segunda-feira, 13 de maio de 2013

ÔNIBUS PARA TODOS!

 
 ÔNIBUS PARA TODOS
 
 
Descrição da imagem: Ponto de ônibus em más condições, com vários panfletos e papéis colados. Na frente e ao redor, muitas pessoas, de várias etnias e estilos, à espera do coletivo, que não chega. (Foto tirada da internet)


Diariamente Direitos Humanos são desrespeitados sem que tenhamos consciência desse desastre humanitário. Dessa feita venho fazer um rápido "tour" sobre o panorama dos ônibus nesse nosso Brasil.

 

                        Ninguém tem dúvida de que direito ao transporte com qualidade é garantido pela Carta Cidadã, né? Também temos consciência de que os empresários de empresas de ônibus maltratam a população; que os Srs. Gestores aparentam não estar nem aí para a catastrófica situação, né? Mas e nós - usuários e telespectadores desse filme de horror - o que fazemos?

 

                        Habitualmente a mídia noticia a falta de segurança nos ônibus. Desleixo no cumprimento das normas básicas de segurança; motoristas que falam ao celular com uma mão, tendo a outra na caixa de marcha, ficando o volante a Deus dará; centenas de multas por excesso de velocidade; condutores grosseiros e sem qualquer preparo para o trato com a sociedade; avanço no sinal fechado; veículos caindo aos pedaços ...

 

                        Por outro lado os maus empresários tratam os motoristas na pressão; valendo dizer no limite do stress. As rotas têm que ser completadas num tempo "x"; dispensaram cobradores de sorte que um único empregado é obrigado a fazer troco, dar informações diversas, prestar atenção na cigarra ... Tudo para que a diferença entre a receita e a despesa fique cada vez maior.

 

                        Noutro ângulo a população fica sem alternativa. Em inúmeras situações só resta o ônibus como transporte de massa. A irresponsabilidade dos gestores, somando-se ao espírito de proveito desmedido dos empresários é que fica a indagação: A que lugar pretendemos chegar? Quem ou quais são os culpados por toda essa bagunça social?

 

                        A grosso modo, para o caso, uma concessão é uma atribuição dada pelo poder público às empresas de ônibus, mediante contrato, para a exploração de serviço público. Uma das condições é que esse serviço seja de boa qualidade. Todavia, notório é que nenhum aprazimento tem os munícipes ao pegar um ônibus. Voltemos o foco para a pessoa com deficiência. Do nada, decidiu-se padronizar as cores dos veículos sem consultar, por exemplo, os usuários de baixa visão, analfabetos, e outros seguimentos da população que se guiavam pelas cores, de modo que esse desrespeito passou a fazer muita diferença. Apesar das reiteradas reclamações dos deficientes visuais, até mesmo em audiência pública na ALERJ, absolutamente nada fora feito. Aliás, nem compareceram os empresários!

 

                        Para os deficientes físicos a condição não é diferente. Os elevadores para a interiorização das cadeiras de rodas não funcionam. Uma humilhação perceber os cadeirantes serem carregados, amputados de suas pernas - escancaradamente - pela ambição desmedida dos agentes econômicos.

 

                        As condições físicas dos coletivos são surreais. Bancos desparafusados dando a sensação do brinquedo montanha russa; vidros soltos lembrando repiques de bateria; ferros de apoios balançando; pisos tufados ....Viveiros de insetos! Baratas francesinhas, pulgas, moscas, larvas; todos dentro do contexto frenético que já nos acostumamos.

 

                        Em abril/maio os meios de comunicação - repetidamente - noticiaram atropelamentos de ciclistas pelos irracionais motoristas de ônibus. É um jogo de empurra empurra danado! Condutor diz que é culpa do ciclista que saiu fora da ciclovia; já as pessoas que praticam o ciclismo afirmam serem os condutores monstruosos. Autoridades e empresários se omitem deixando a "banda" passar.

 

                        Pois é, como permitimos que a ditadura da moda nos transformasse em tecnumanos é que paramos de pensar. A irracionalidade envolvendo o direito ao transporte e a qualidade de vida deixa transparente que necessitamos de conscientização sobre o tema. Você que me lê dirá: Isso não é dever do gestor? E eu interatuo: Mas se ele nem sabe que erra, como corrigir a rota do navio? Notadamente estamos a deriva. Nem os ônibus escolares escapam das multas por excesso de velocidade!

 

                        Diletos amigos de caminhada, a tábua de salvação dos horribilíssimos fenômenos anteriormente citados tem um nome:

 

"ACESSIBILIDADE ATITUDINAL"

 

 

                        Convido-os ao cargo de MULTIPLICADORES da rede da solidariedade. Falo de sentimento; de nos colocarmos na pele do usuário de ônibus. Emoção há que ser vivida, suada/transpirada a tal maneira que o semelhante - à distância - sensibilize-se.

 

                        Deixo-os na suave companhia do amigo Kant:

 

                        "Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço".

 

DEBORAH PRATES

domingo, 12 de maio de 2013

Venha lanchar com Deborah Prates !!


 VENHA LANCHAR COM DEBORAH PRATES.

VOCÊ É MINHA CONVIDADA!






Descrição da foto: Em cima de um pano de prato branco, estão dois pratinhos de sobremesa (pretos), dois guardanapos vermelhos dobrados em forma de triângulo, dois pires, duas xícaras - uma com café com leite e a outra com achocolatado - duas colheres e duas facas. No centro há uma tigela também preta com vários pães dentro e ao redor. Ao lado encontra-se, ainda, um pote de requeijão. No fundo um vaso de flores amarelas enfeita a mesa.

     Hoje levantei inspirada. Fiquei a pensar em algo que somasse/multiplicasse. No meu buscador - cérebro - digitei MULTIPLICAR. Como resultado vieram as palavras fermento biológico. PÃO, CLARO!!! Com apenas R$ 5,00, minha filhota e eu passamos a sovar a massa e, depois de alguns minutos, conferimos a força das nossas energias positivas. Os pequenos pães foram crescendo, crescendo e, ao saírem do forno, nem pareciam a massa que tanto sovamos.

     Acessibilidade atitudinal é assim. A gente sova, sova, sova, transpira solidariedade e o resultado é maravilhoso.

     Vamos agigantar a REDE DA SOLIDARIEDADE? Você MÃE deficiente, de diversas etinias, religiões, magras, obesas, de opção/orientação sexual personalíssima, de muitos ou parcos recursos, valendo dizer representativa de todas as DIVERSIDADES que compõe esse Planeta, é minha convidada para esse energético lanche em comemoração ao nosso dia. Não aceito não!

     Só através do conhecimento é que vamos vencer o preconceito e a terrível discriminação. O ter em excesso atrapalha o crescimento do ser.

     Coração de mãe é assim mesmo; cabe todo mundo! E você que é filho e não teve tempo para preparar uma surpresa p/ a sua melhor amiga, venha nessa carona!

A receita do pão da solidariedade:
Num vasilhame dissolva dois tabletes de fermento biológico, acrescente uma pitada se sal, uma xícara de água morna e outra de farinha de trigo; misture e reserve (esponja). Misture e reserve para uso após 30 minutos. Em outro recipiente coloque um kg de farinha de trigo, uma xícara de leite morno, duas colheres de sopa de açúcar, dois ovos ligeiramente misturados e duas colheres de sopa de margarina. Adicione a esponja inicial. Sove muito, muito, muito... Quando a massa começar a dar bolhas com pequenos estalidos, comece a confeccionar os seus pães no formato desejado. Coloque os pães em formas untadas com manteiga e farinha, faça um corte superficial na parte superior e pincele com água filtrada. Deixe descansar por 15 minutos e leve ao forno médio (150ºC) por 20 minutos. Em seguida aumente o forno (200ºC) por 5 minutos. Bom apetite!

sábado, 11 de maio de 2013

Dias das mães 2013!

DIA DAS MÃES



Para você que é mãe envio muitas, mas muitas ondas de energia positiva
nesse domingão! Claro que o nosso dia são os 365 de cada ano, no
entretanto, bem gostoso esse marco. Bacana ter um pretexto para sentar
com os filhotes - de todas as idades - e simplesmente conversar/jogar
conversa fora. Em homenagem a todas é que deixo um raciocínio de
Charles Chaplin:
 

"Mães judiciosas sempre têm consciência de que são o primeiro livro lido
e o último posto de lado, na biblioteca dos filhos".
 

Carinhosamente.
DEBORAH PRATES.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Reflexão sobre o Dia do Trabalho...

Boas energias nesse Dia do Trabalho, queridos amigos !
 
Sugiro que nesse dia reflitamos sobre a recuperação do nosso quociente espiritual que, sem dúvida, está hiper baixo nos últimos tempos. Penso que temos que recuperar os valores humanitários que foram se esvaindo ante a terrível CULTURA DA SUPERFICIALIDADE.


Julgo que, para a FELICIDADE, precisamos tão-só do necessário; o extraordinário é demais! Xô tecnumanos! Sem dúvida o ter exacerbado compromete, em muito, a evolução do SER. Vale a pena trabalhar apenas para consumir? Deixo-os na companhia do sábio amigo Benjamin Franklin:


"O trabalho paga as dívidas; o desespero Sim. aumenta-as."



Carinhosamente.
DEBORAH PRATES (cachogente) + JIMMY PRATES (pessocão/grande trabalhador)

terça-feira, 23 de abril de 2013

Novas tecnologias. Cidade acessível é para todos!

Escola Virtual José Álvares de Azevedo

Projeto Acessibilidade em Foco.

1. Evento agendado (debate): Tema: CIDADE ACESSÍVEL É PARA TODOS! Novas
... tecnologias.

2. Sinopse: Apresentação de três engenhocas bem bacanas que melhorarão
o viver diário de toda a sociedade, sendo para as pessoas cegas uma luz.
Estará conosco o engenheiro eletrônico AMAURI FERNANDES que falará sobre
as engenhocas, de modo a interagir com todos no objetivo de: a) informar
sobre a tecnologia e b) assimilar sugestões para o desenvolvimento de
novos produtos de interesse coletivo.

2.1. Tópicos que serão debatidos: a) exposição das tecnologias aplicadas
e seus desenvolvimentos; b) público alvo; c) lançamento dos produtos; d)
custo das engenhocas; e) local de venda; f) produtos na feira Reatech;
g) novas ideias já em andamento; h) parceria com Deborah Prates, e tudo
mais de interesse dos ouvintes.

3. Comando: Dra. Deborah Prates.

4. Convidado especial: Dr. AMAURI FERNANDES, engenheiro eletrônico,
formado pela universidade Veiga de Almeida, hobbysta de eletrônica,
montagens, projetos desde a infância. Gabaritado para treinamentos nos
mais renomados Fabricantes de equipamentos de informática do mundo.
Marcou sua participação em feiras e exposições nacionais e
internacionais. Tem larga experiência em desenvolvimento de projetos
de otimização, gerenciamento e supervisão em todas as empresas onde
trabalhou. Eterno amante da tecnologia. Atualmente voltou seus
conhecimentos objetivando a inclusão social e profissional.

5. Debatedores convidados: Valdenito, Ana Ruas, Maura Carvalho, Jorge
Corrêa, Sheila Rodrigues, Salete, Vitor Alberto, Suilan.

6. Data: 25/abril/2013 (última quinta-feira do mês de abril)

7. Horário: 20(vinte) horas.

8. Duração: 90(noventa) minutos.

9. Local: Escola Virtual (Projeto Canal Livre).

10. Pré requisito para participação ao vivo: a. ter o programa TeanTalk
(versão 4.3 ou superior) instalado e configurado no computador;
b. Acesso livre; c. às 20h., clicar no arquivo senha (Projeto Canal
Livre.tt) e o TeanTalk será direcionado para a sala virtual Canal
Livre;

11. Dúvidas sobre as presentes informações deverão ser esclarecidas
através do celular Tim: (21) 69509678

12. Transmissão: O evento será transmitido em tempo real pela Rádio
Contraponto. Clique no link abaixo para ouvir/curtir o som mais claro
da Web:
www.exaluibc.org.br:8002/stream

13. Os ouvintes poderão participar fazendo breves observações ou
perguntas através dos seguintes canais:
E-mail: ouvintescontraponto@gmail.com
Twitter: @r_contraponto
Telefone: (21) 3879-4829
Celular Tim: (21) 6958-6832
PARTICIPEM!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Luzes Alternativas


 
 LUZES ALTERNATIVAS
 
Cliquem aqui e surpreendam-se com o nome modelito de Berenice (seus LEDS iluminam 16 metros  quadrados).  --->   http://www.youtube.com/watch?v=rxndwBA-DFQ 
 
 
 

Descrição da foto: Na foto está Deborah Prates: cabelos dourados, brincos compridos, óculos escuros, blusa sem manga branca, bermuda jeans e bolsa laranja; segurando a coleira de Jimmy Prates. Ambos encontram-se no campus da PUC/RJ, em uma ponte de madeira com vegetação e um córrego ao fundo.

 

 

                        A vida escureceu a minha tela em alguns momentos da caminhada. Contudo, a luz que trago dentro de mim cuidou de reacendê-la em todas as difíceis situações. É essa energia imensurável e inenarrável que vem iluminando a alma sempre e sempre.

 

                        Sob o foco da mobilidade urbana na RJ venho utilizando a luz da Light que, também, de quando em vez, apaga o filme. Desliga o computador, a televisão, o elevador ... Desço para a rua com o meu olho quadrúpede. Jimmy Prates tem olhos de lince e a vida se ilumina.

 

                        No entretanto, em poucas situações, por questão de HUMANIDADE, não posso sacrificar meu pessocão. Num lampejo, lanço mão de Berenice. Simplesmente Berê para os íntimos. Não sinto inveja de sua magreza por ser exagerada!

 

                        Ao ganhar a calçada ilumino aquele caniço de cabo a rabo. Cobri seu esqueleto com ledes coloridos. Sirvo-me de várias opções; contínua, alternativa setorial, pisca-pisca ... Quando meus ouvidos veem muitas vozes, não tenho dúvidas! Aperto o dispositivo do ruidoso alarme que, certamente, concorre com o da viatura do Corpo de Bombeiros.

 

                        Vejo gritos e movimento de corpos que abrem caminho para nós. Dizem:

 

                        - Nossa; que exagero!

 

                        - Tá maluca!

 

                        - Parece uma árvore de Natal!

 

                        Faz pouco que fui ao CTI de um hospital visitar um amigo/irmão. Local, sem dúvida, de sofrimento/triste. Berê entrou majestosa; elengantérrima! Tivemos que dar um passeio pelo local para agradar a todos que queriam desfrutar daquele visual tão exótico. Maquiamos a dor!

 

                        Tem exclamação para todo gosto. Mas, engraçado que nunca mais ouvi:

 

                        -Deixe a "ceguinha" passar.

 

                        Fato incontroverso é que o corpo social trata o cego usuário de bengala com um olhar de piedade; melhor dizendo, assistencialista. Lembro de uma situação em que tive que pedir a um semelhante que segurasse Berê para mim. Notei o pavor desse humano em se contagiar com a cegueira. Berê estava desnuda; exatamente como veio a esse mundo tão perverso. Interessante é que, pós transformar-se em verdadeira ALEGORIA, as pessoas fazem questão de segurá-la e sentir os ledes, bem como espremer a sua buzina! Quanta hipocrisia!

 

                        Num consultório médico eu seria a próxima a ser chamada. Ocorre que o paciente da hora não saía por nada. Percebendo que pessoas chegavam sem mais assentos, tratei logo de levantar. Ao ordenar que Jimmy Prates se levantasse, terminei apalpando uma cadeira de rodas que deslizou. Foi aí que fiz uma sugestão APIMENTADA. Disse:

 

                        - Para a senhora que reclama de ficar em pé, tem uma cadeira bem aqui!

 

                        O silêncio foi tamanho que ouvia a respiração de Jimmy. Constrangedor! Pessoas temem ser contagiados com a paraplegia, pelo que oportuno se faz repetir que deficiência NÃO é doença!

 

                        Recebo um telefonema da amiga Bárbara me perguntando quanto ao padrão oficial de uma bengala. Indagava se pequena fita fluorescente em certo ponto significava o grau da deficiência, bem como traria mais segurança ao "DV".

 

                        Obviamente a intenção de uma sinalização é dar mais segurança. Só que na hipótese de nada adianta, já que os gestores NÃO fazem campanhas conscientizadoras. Mas será que não fazem por serem maus? Ou será por não enxergarem a situação? Jugo ser mais a segunda conjetura. Então, se o comandante nem sabe que erra, como corrigir a rota do navio? Cruel, né?

 

                        Lembro do cachorro tentando pegar o rabo. E voltamos ao mesmo ponto da partida. Qual? Ora, a falta da tal ACESSIBILIDADE ATITUDINAL!

 

                        A roda, apesar de existir faz muito, quebrou no início da viagem. Persisto em repetir que incluir é PROCESSO de construção de sociedade igual para todos. A coletividade - incluindo - é claro - os gestores de toda espécie - há que compreender que as diversidades existem no viver cotidiano como são e não como os "IGUAIS" gostariam que fossem.

 

                        Sabem aquela ladainha: Ado, ado, ado; cada qual no seu quadrado! Bem poderíamos transformá-la em:

 

ADO, ADO, ADO; APENAS UM QUADRADO!

 
*Agradeço ao amigo e parceiro de engenhocas acessíveis – engenheiro eletrônico – AMAURI FERNANDES, que, com tanta solidariedade, “comprou” a minha ideia de vestir Berê – de cabo a rabo – com LEDS, dando-lhe um incremento traduzido por um alarme possante. As luzes de Berê são suficientes para iluminar um cômodo de 16 metros quadrados e sua buzina pode ser ouvida a uma distância de 100 metros. Divido os agradecimentos com a empresa “SPUR” (importação e exportação), que patrocinou a alegoria. *
 
Foto do engenheiro eletrônico Amauri Fernandes

Carinhosamente.

 
 DEBORAH PRATES, JIMMY PRATES E BERÊ PRATES

domingo, 14 de abril de 2013

Entrevista com Laurentino gomes

                                       Bons fluidos nessa noite de domingo! (14/abril/2013)


           Amigos é uma alegria dividir c/ vocês os momentos culturais que tive com
o jornalista e escritor LAURENTINO GOMES (autor de 1808 e 1822). Vejam o
exercício, na prática, da ACESSIBILIDADE ATITUDINAL! Grata pela
solidariedade. Todos no mesmo quadrado! Carinhosamente. DEBORAH PRATES
(cachogente) + JIMMY PRATES (pessocão)

** LINK DROPBOX
https://dl.dropbox.com/u/13348166/laurentino%20gomes%20CORRETO%20FINAL.mp3