quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O que acham desse modelito de Natal?


Queridos amigos, quero pedir a opinião de vocês sobre o 

modelito da nossa árvore de natal/2013. 







Passamos para a natural e com cheirinho de limão; no lugar

 das tradicionais bolas, luzes e fitilhos... decidimos ficar com 

a leveza dos lacinhos vermelhos. O que acharam?



Carinhosamente Deborah Prates

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Deborah Prates + Jimmy Prates dando Boas Festas !!

Deborah Prates + Jimmy Prates desejando boas festas. Convido os amigos a lerem o delicioso comunicado abaixo. Mais abaixo ainda, convido-os a clicarem no vídeo.

                             


Queridos amigos,

COMUNICADO OFICIAL PARA TODOS:

Informamos que, a partir do dia de hoje, estaremos de férias para um merecido descanso.

Estaremos com vocês no dia 2 de janeiro de 2014.

Desejamos para todos vocês e famílias muitas felicidades nas festas de fim de ano e 2014 com muita saúde!

Atenciosamente:

A Alface, Pão Integral, A Granola, Os Legumes e Verduras, As Frutas, A Linhaça, O Leite desnatado e derivados, O Peixe, O pepino e o Aipo, A  Água de coco...

P.S.

Na nossa ausência, estarão a sua disposição, para atendê-los com a mesma gentileza de sempre:

A Skol gelada, O Leitão assado, O Peru recheado, A Bacalhoada, O Tender, O Pernil, A Farofa, As Rabanadas, As Tortas de nozes e de chocolate,
O Panettone, Os vinhos, as Sangrias, O Champagne e todos os demais que integram a equipe.

Desde já muito obrigada pela compreensão!

DEBORAH + JIMMY PRATES desejando

BOAS FESTAS!!!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

"Vivo-Rio" ao lado das acessibilidades!

 "Vivo-Rio" ao lado das acessibilidades!
         

             Amigos queridos, agora tenho a alegria de compartilhar momentos mágicos que vivemos em 8/12/2013, num espetáculo promovido pelo Ministério da Cultura e Vivo Rio: NELSON FREITAS E VOCÊS, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS. Foi o último espetáculo dirigido por Chico Anyzio.

         O show de humor com o ator e comediante Nelson Freitas, que participa do programa humorístico Zorra Total, da TV Globo, tem o formato stand-up e fez uma caricatura do cotidiano e das relações humanas tratando de temas como casamento, infidelidade, auto-estima e melhor idade, com histórias e personagens hilários.

                   Jimmy Prates - meu pessocão - como de hábito, ganhou todas as atenções possíveis. Cachorro no teatro?! Por sorte a maioria dos cariocas são cachorrentos e muitos cartões de Jimmy foram distribuídos atendendo ao glamour dos fãs.

         Em 70 minutos, Nelson deu um verdadeiro pontapé no mau humor, interagindo com a platéia de forma leve, descontraída e positiva.

         O trabalho da empresa Lavoro Produções foi muito bom e, como pessoa cega, pude, em tempo real e sem incomodar quem quer que fosse, entender e participar de tudo o que rolava no ambiente. Caras e bocas, gestos sugestivos, inteiração com objetos do cenário e muito mais. Muito gostoso constatar que o VIVO RIO está cumprindo a legislação pertinente as acessibilidades e propiciando aos deficientes sensoriais o pleno exercício de suas cidadanias.
         Delícia começar a segunda-feira com alto astral!

Carinhosamente.


DEBORAH PRATES + JIMMY PRATES.







                        Deborah, Fernando (amigo da empresa Lavouro Produções) e Jimmy Prates

Ocupar, Resistir para morar - SEM acessibilidade


Ocupar, Resistir para Morar - 
SEM acessibilidade!




Descrição da foto para DV's: Um pedaço de um cinema é o plano de fundo, com várias cadeiras vermelhas. Em oito delas, estão pessoas de forma espalhada, mas perto umas das outras. Cinco delas são cegos e somente três usam óculos escuros. Todas essas estão com fones de ouvido simbolizando a áudio-descrição.


         O Cine ABI, em parceria com o Cineclube da Casa da América Latina, apresentaram em 5/12/2013, dois documentários sobre ocupações em prédios públicos, sob a direção de Carlos Pronzato. Tivemos a felicidade de ter o diretor conosco na sala de exibição!

         Sinopse: O Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM) nasceu em 1990, com o objetivo de articular as diversas formas de luta pela moradia existentes no Brasil. Direito esse garantido seja através da lei, seja através da ocupação e resistência dos diversos movimentos espalhados pelo país.

         O primeiro documentário mostrou a ocupação do prédio do INSS no centro de Porto Alegre durante as atividades do Fórum Social Mundial em 2005, que serviu para abrir o debate sobre a destinação dos imóveis da União que não estavam cumprindo uma função social.

         Para a nossa sorte o diretor Carlos Pronzato trazia maravilhosa surpresa, valendo dizer um segundo documentário sobre o tema que foi mostrado em PRIMEIRA exibição. Maravilha!

         Depois da exibição de ambos os filmes ocorreu um salutar e engrandecedor debate, onde eu pude interagir com o diretor sobre a falta de acessibilidade para os deficientes sensoriais (surdos e cegos). Fiquei apavorada ao ouvir do diretor que muitos o questionavam sobre a retirada de tantas falas, já que imagens, em tese, falam mais que as palavras. Interagi imediatamente: - E as pessoas cegas, como ficarão? Você já pensou nesse seguimento da população?

         Nesse evento eu fui representando a CDH/OAB/RJ (Comissão de Direitos Humanos) e fui hiper bem recepcionada por todos, ficando aflorada a SENSIBILIDADE do diretor para a questão. Humildemente Carlos Pronzato disse não ter se atentado para o tema igualmente humanitário e prometeu analisar com carinho para que todos pudesses ser contemplados com o seu belo trabalho.

         Volto a repetir que é super importante que as pessoas COM deficiência participem/premeiem com a coletividade todos os momentos da vida. Somente dessa forma seremos vistos/percebidos. Ainda em 2013, verdadeiramente e com profunda tristeza, o corpo social nutre por nós olhar totalmente ASSISTENCIALISTA. É como se fosse um favor para nós deixar que estejamos presentes às oportunidades dadas às pessoas SEM deficiência! Não podemos mais tolerar esse comportamento! Mister se faz fazermos a nossa parte!

         Persisto na tese de que é a ACESSIBILIDADE ATITUDINAL a saída para uma sociedade mais justa, onde seja cumprida a Carta Cidadã, sendo, de fato, garantido a todos MESMO iguais oportunidades. É isso.

Carinhosamente.

DEBORAH PRATES.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Evento "Estresse e Bem-estar" com Rajshree Patel



Queridos amigos, divido com vocês a alegria de ter participado em 6/12/2013 do evento "Estresse e Bem-estar", com a palestrante indiana Rajshree Patel. Foi bem bacana ter aprendido mais uma forma de meditação para desestressar e viver com mais saúde física e espiritual. Agradeço a minha querida presidente Rosa Maria Fonseca por ter me dado a honra de INTEGRAR a OAB-MULHER. 








Após o evento, confraternizamos juntas nem delicioso almoço, tendo por sobremesa o encontro do amigo oculto. Curtam as fotos

domingo, 24 de novembro de 2013

CONVITE para o programa ACESSIBILIDADE EM FOCO - 28/11 às 20:00h - via web!



Dias 28 e 29/11/2013, às 20:00h


RÁDIO CONTRAPONTO


CONVIDA!

Programa ACESSIBILIDADE EM FOCO







O evento será transmitido pela Rádio Contraponto e, para ouvir e participar escolham um dos links abaixo:



ou






Entrevista com o Dr. Marcelo Chalreo - presidente da CDH - Comissão de Direitos Humanos e da Comissão da Verdade, ambas da OAB/RJ.

Dia 28/11 (5ª feira), às 20h (parte primeira)
Dia 29/11 (6ª feira), às 20h (parte segunda)



Parte 1ª (28/11): A posição da OAB/RJ nas atuais manifestações realizadas/reivindicadas pelo Povo brasileiro por dias melhores e seus inúmeros enfoques/desdobramentos.

Parte 2ª (dia 29/11): A ditadura no Brasil e noutros Países vizinhos e suas consequências sob vários focos.




Comando: Deborah Prates (advogada "acessibilista", integrante das CDH/OAB/RJ e OAB-MULHER/RJ).

Duração: aproximadamente 50 minutos cada parte.

Participação/inteiração: Os ouvintes poderão participar do programa através do e-mail:
deborahprates@oi.com.br



Deixem seus posicionamentos/reflexões, perguntas, sugestões, etc, vez ser muito importante oxigenarmos os cérebros rumo a um planeta com maior bem-estar para todos.





Participem!! Espero pelos amigos com muito carinho. Grata.


DEBORAH PRATES

sábado, 9 de novembro de 2013

Assédio sexual contra as mulheres com deficiência

 
 ASSÉDIO SEXUAL CONTRA MULHERES COM DEFICIÊNCIA
 
 
 
 
 
Foto de meio corpo de Rosa Fonseca (presidente da OAB/MULHER), sorrindo, de blusa de gola alta lilás e casaco roxo e ao lado foto em preto e branco de Deborah Prates agachada abraçando Jimmy Prates.



               Calorosa fora a recepção ofertada pela Dra. Rosa Maria de Souza Fonseca, presidente da COMISSÃO OAB-MULHER/RJ no evento intitulado "Assédio Sexual nos Transportes Públicos e a Tutela Jurídica da Dignidade Feminina", ocorrido na sede da OAB/RJ. Como de hábito, Jimmy Prates - meu pessocão - roubou a cena, encantando a mulherada presente! Sem dúvida, tema da maior relevância e que, por ainda ser visto como tabu, pouco se fala.

 

               Foi o máximo ter ouvido a palestra por um representante do sexo masculino, quem seja o incrível Dr. Fábio Vanderley, advogado com ênfase em Direito Constitucional e Administrativo discorrendo como os seus pares, em 2013, ainda veem as mulheres como seres inferiores, atribuindo-lhes dons preponderantes aos serviços domésticos e SEXUAIS. Homens que tratam a mulher como uma coisa e não como sujeito de direitos de forma plena/igual, valendo dizer como um ser humano com idêntica dignidade. Por sua vez, pela cultura desde o início da civilização, muitas mulheres se revestem com o traje da inércia, da passividade e do silêncio/medo, que as impedem de reagir à mínima agressão traduzida por um tom de voz mais elevada.

 

               Concordei plenamente com o Dr. Fábio Wanderley quanto aos comentários que fez relativamente ao chamado "vagão rosa" do Metrô da RJ. Entendo não se tratar, nem de longe, de segregação que vulnere ainda mais as mulheres como querem afirmar algumas feministas. Enquanto mulher, gostei da ideia do "vagão rosa", muito embora continue a usar qualquer um mesmo nos horários de pico, justamente por entender cuidar-se de uma opção - um plus afirmativo/positivo - e não de obrigatoriedade.

 

               Julgo ter sido a primeira etapa para a mudança dos maus hábitos masculinos, já que servem de um alerta para dizer: - Não estamos gostando dessas atitudes insanas"! Agora é preciso, com a maior urgência, implementar a segunda parte/etapa da reforma comportamental, traduzida em CAMPANHAS  que exercitem a ACESSIBILIDADE ATITUDINAL, tanto por parte dos governos, quanto pela sociedade civil/privada. Como assim? Simples; usando as mídias em geral. Pequenos vídeos/falas que traduzam ser a mulher sujeito de idênticos direitos e obrigações, sendo senhora de si e de seu corpo, independente da roupa que esteja usando. Homens hão que respeitá-las quer estejam de burca, quer de topless. Aliás, se homens estiverem nus pelas ruas, penso que as mulheres poderão chegar ao máximo de demonstrarem espanto. Contudo, não chegarão ao cúmulo de agredi-los por sentirem-se atraídas sexualmente. É mesmo cultural.

 

               A despeito de ter apreciado muito a palestra do Dr. Fábio Wanderley, não poderia deixar de salientar que sobre assédio contra mulheres COM DEFICIÊNCIA absolutamente nada fora dito. Prova de que permanecemos invisíveis aos olhos da sociedade! Cruel, porém real. Não obstante da triste conclusão, não acredito seja por maldade, mas - tão-só - pelo olhar assistencialista que a sociedade insiste em nutrir por nós no ano de 2013! Pelo esquecimento é que cumpre-me explicitar o tema como se segue.

 

               As mulheres com deficiência são bem mais sujeitas aos assédios sexuais nos transportes que as sem deficiência. A razão é óbvia! É que mais fácil perpetrar a covardia com quem não pode correr (deficientes físicas), com quem não pode gritar (surdas), com quem não pode se situar (cegas), com quem não pode entender a situação (deficientes intelectuais)...

 

               Aproposito, estende-se tais desumanidades contra mulheres deficientes em tantos outros maus tratos vindos da própria família e pessoas conhecidas que as cercam. Não são histórias de livros mulheres deficientes ficarem grávidas dos pais, irmãos...nem de serem molestadas/agredidas em períodos de gravidezes.

 

                      Se mulheres sem deficiência não vão registrar agressões junto as autoridades, muito menos e com mais argumentos as COM deficiência deixam de exercer seus direitos. No Brasil, sobre gestações indesejáveis em mulheres com deficiência, só se encontram relatos por volta de 2003, pelo que raros são os casos comentados.

 

               Essas mulheres, em regra, iniciam os cuidados pré-natais mais tardiamente, o que as deixam mais suscetíveis a gestarem fetos mais fragilizados, a sofrerem abortos e a darem à luz a natimortos.

 

               Como de hábito, repito ser a ACESSIBILIDADE ATITUDINAL a chave do sucesso para um Brasil mais equânime. Assim, nas campanhas que sugeri acima, sem dúvida deverão estar as mulheres COM deficiência misturadas com as sem deficiência.

 

 

               Claro que na oportunidade de inteiração lá estava eu com os braços erguidos a espera do microfone, que não tardou a chegar! Teci muitas das considerações agora trocadas com os amigos. Não tenho a segurança para dizer que fui totalmente absorvida; não importa esse detalhe. Relevante somente é que semeei boas sementes, as quais pretendo ver florescer em breve.

 

               Após a minha fala tive a felicidade de ouvir da nossa presidente que Jimmy Prates e eu éramos os mais novos integrantes da OAB-MULHER/RJ. Quanta emoção! Incluir é processo complexo porque está intrinsecamente atrelado a alma. De um lado estava a Dra. Rosa Fonseca que, com sua sensibilidade, pôde enxergar o quão benéfico/salutar é o convívio com as diversidades. Doutro lado estava eu na beiradinha da tigela da massa do bolo a espera só de um empurrãzinho para ser misturada/incluída. (http://deborahpratesinclui.blogspot.com.br/2013/03/bolo-sem-glace.html)

 

               Confesso que sair da zona de conforto significa vencer o medo e se atirar contra os leões. Mais fácil é a pessoa com deficiência preferir estar reunida com seus pares, já que na mesma realidade. Mas navegar é preciso! Tem navios que ficam uma vida inteira dando voltas e mais voltas em torno do cais, com medo de zarpar e pegar ventos fortes. A gente não deve aceitar isso, pois significa concordar em ser menos do que pode ser. Todo dia é dia de evolução e aprendizado... Não existe navio que não tenha passado por tempestades e muitos afundam por não saberem evitá-las, por falta de comunicação ou por acharem que não precisam dos outros...

 

               Carinhosamente. DEBORAH PRATES e JIMMY PRATES.