domingo, 9 de agosto de 2015

Segundo treinamento Rock in Rio 2015

Fotos da palestra que fiz em 08/08/2015 dirigida aos

voluntários que irão doar seus tempos para o aniversário de

30 anos do Rock in Rio (setembro 2015).



Convido-os a ouvir o pequeno áudio abaixo, com as

pequenas informações complementares.





Carinhosamente. Deborah Prates.









Deborah Prates, Marcio Cunha (coordenador Rock in Rio)e

 Matheus Melo (assessor)




segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Treinamento acessibilidade atitudinal Rock in Rio 30 anos

30 anos de Rock in Rio!


            Agora, nesse aniversário de 30 anos do mágico evento Rock in Rio, venho dividir com todos a alegria/emoção de estar fazendo parte da equipe de treinamento dessa internacional organização.


            No dia 1º de agosto de 2015, fiz o inicial contato com o grupo de líderes que embalará o conjunto de pessoas que recepcionará o público nessa edição 30 anos. Fiz um preâmbulo focando na ética e na solidariedade para a boa e justa acolhida dos humanos diferentes.


            A equipe Rock in Rio demonstrou ter vestido a camisa da causa das pessoas com deficiência. Claro que Jimmy Prates (meu pessocão) roubou a cena, despertando nos mais de cinquenta líderes os mais nobres sentimentos.


            Agradeço, igualmente, ao grande líder, quem seja o Professor Edmour Saiani (empresa Ponto de Referência) que, gentilmente, cedeu vinte minutos do seu tempo de fala para que eu pudesse fazer a minha abertura/chamada para o próximo sábado.


            No dia 8 próximo as palestras continuarão, ocasiões em que a minha militância levará aos corações dos voluntários elementos suficientes, a fim de que revejam a cruenta história que a civilização escreveu acerca das pessoas com deficiência, calcada, tão-só, em seus estereótipos.


            Tenho em mente oportunizar a cada ser com os necessários exercícios de acessibilidade atitudinal, a revisão e a reconsideração dos ultrapassados conceitos e preconceitos que recaem sobre o seguimento das pessoas com deficiência.


            Agradeço aos Srs. Gestores da organização Rock in Rio, em especial ao coordenador Márcio Cunha, a chance que me fora dada de integrar a seleta equipe de treinadores dos corações roqueiros, numa nova tentativa de propiciar a igualdade de tratamento aos consumidores - com e sem deficiência - que irão comemorar a edição 30 anos do fascinante Rock in Rio.


            Deixo para a reflexão de todos um maravilhoso pensamento do Professor Boaventura de Souza Santos:


"Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades".



            Curtam as fotos dos momentos de exercícios de acessibilidade atitudinal!




            Carinhosamente. DEBORAH PRATES.









Deborah e o palestrante Edmour Saiani (empresa Ponto de Referência)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Lei Brasileira de Inclusão (LBI)

LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO (LBI)


O dia 6/7/2015 é um marco muito importante e feliz para as pessoas com deficiência nesse continental Brasil


Representamos quase 24% da população brasileira, de acordo com o censo do IBGE 2010. Já passou da hora da sociedade estar apta a recepcionar a pessoa com deficiência. De fato, deficiente é esse nosso Brasil!


A LBI significa um avanço tanto para o seguimento, quanto para a sociedade.



Destaco a minha alegria com os comandos abaixo:

"Art. 4º Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de
oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação.

§ 1° Considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de distinção, restrição ou exclusão, por ação ou omissão, que tenha o propósito ou o efeito de prejudicar, impedir ou anular o reconhecimento ou exercício dos direitos e liberdades fundamentais de pessoa com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e do fornecimento de tecnologias assistivas. (...)

DOS CRIMES E DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS

Art. 88. Praticar, induzir ou incitar a discriminação de pessoa em razão de sua deficiência: Pena de reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos e multa."


Com a Lei Brasileira de Inclusão, penso que avançamos na árdua luta em ter iguais oportunidades dispensadas às pessoas sem deficiência. A LBI é inteira linda! Uma poesia...


PARABÉNS a todos que, de algum modo, contribuiram com a causa das pessoas com deficiência. 


Foi Jules Michelet, conhecido como o primeiro historiador (século XIX) a afirmar que não eram as grandes personalidades e sim as massas os principais agentes das mudanças sociais. Assim, convido os amigos a refletirem sobre um de seus pensamentos acerca do NÃO cumprimento das leis:


"Um sistema de legislação é sempre impotente se, paralelamente, não se criar um sistema de educação".


Assim, continuemos na missão de conscientizar a população. Urge modificarmos os nossos maus hábitos.


ACESSIBILIDADE ATITUDINAL JÁ!



Carinhosamente.
DEBORAH PRATES.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Acessibilidade atitudinal no Tribunal de Justiça do RJ

Venho dividir com todos mais esta expectativa de um trabalho produtivo de sensibilização através da prática da acessibilidade atitudinal. Dessa vez será com os integrantes do tribunal de justiça do Rio de Janeiro.


Creio em um Brasil melhor, mais igualitário. Por isso é que milito com alegria por uma causa tão nobre e humanitária! Convido-os a ler a matéria, clicando no link abaixo







http://www.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/16804

domingo, 14 de junho de 2015

Convite OAB MULHER RJ


Comissão OAB Mulher RJ

Palestra: MULHER, isonomia e prática



Data: 19 de junho



Horário: 10h30


Local: Plenário Carlos Maurício Martins Rodrigues – Avenida 

Marechal Câmara, 150 – 4o. andar



Palestrante: Nilson Bruno – Defensor público do Estado do 

Rio de janeiro, primeiro negro a ocupar a cadeira de 

defensor público-geral e integrante da Comissão Nacional da 

Verdade sobre a Escravidão negra Implementada pelo 

Conselho federal da OAB.



Informações: 2272.2272

Inscrições: oabmulher@oabrj.org.br






quarta-feira, 20 de maio de 2015

Homenagem recebida de Luciana Rugani

Divulgo matéria da amiga Luciana Rugani, que escreveu com muita sensibilidade esse exercício de acessibilidade atitudinal






Segue a matéria transcrita:



Hoje gostaria de dividir com vocês uma história de superação, um exemplo de como podemos
 mudar nossa vida a partir do momento em que mudamos a forma de encará-la.

Minha amiga Deborah Prates é advogada no Rio e integrante das comissões de Direitos Humanos; OAB-MULHER; Tecnologia da Informação (Federal) e Comissão de Política de Igualdade (FEDERAL), na OAB/RJ. Deborah ficou cega em 2006, em consequência de glaucoma. Antes da cegueira, ela chegou a fazer diversas cirurgias, e, quando se preparava para mais uma delas, contraiu uma pneumonia e passou a tomar antibióticos. Em seguida, apareceu uma "prega" no pulmão. Para este problema, ela precisou tomar corticoides. Mas, para um portador de glaucoma, tomar corticoides é sinônimo de cegueira, pois eleva ainda mais a pressão ocular. Deborah viu-se entre duas opções: ou tomava o corticoide e tratava do problema do pulmão e ficava cega, ou não tratava do pulmão e morria. Em momento de difícil decisão, quando a maioria de nós certamente se entregaria ao desespero, Deborah, muito lúcida, busca o equilíbrio, chama sua filha de 12 anos, conversa com ela, explica o caso e pergunta: você prefere uma mãe cega ou uma mãe morta? Então neste momento decidem prosseguir no tratamento do pulmão. Em 15 dias, Deborah foi se despedindo da visão, fez aula de bengala e, no final dos 15 dias, quando terminou a aula de bengala, ficou completamente cega.

Deborah perdeu clientes, ficou em difícil situação financeira, mas não desistiu. Tornou-se estudiosa dos direitos das pessoas com deficiência, passou a dar palestras e a advogar em causas de acessibilidade. 

Gravou o filme "Uma simples cegueira", classificado no festival "Assim Vivemos / 2011", mostra de filmes sobre deficiências no Centro Cultural do Banco do Brasil/RJ. Neste filme, Deborah mostra situações de seu dia a dia no computador e nas ruas, no shopping, no taxi, com seu cão-guia americano. Aborda questões importantes que precisam ainda evoluir muito no Brasil, como, por exemplo, a questão do cão-guia. No Brasil, ainda é muito difícil conseguir um cão-guia. Não há muitas escolas. Na época em que ela precisou, só encontrou uma escola com poucos cães para atender a toda a demanda de cegos do país. Outra visão que precisa mudar é o preconceito de certos profissionais contra o cão. É preciso que se conscientizem de que há lei garantindo a presença do cão-guia em qualquer ambiente. Deborah destaca também situações práticas em nossas calçadas em que o cão faz extrema diferença, pois ele impede que o cego trombe no obstáculo, coisa que a bengala não impede. O filme mostra, ainda, como a tecnologia já se desenvolveu a favor das pessoas com deficiência, através dos ledores de tela para computador, ledores de cores, etc.


Vale a pena assistir ao filme, pois é enriquecedor. Está dividido em duas partes, no youtube. Deixarei os links aqui para facilitar a busca de quem se interesse.


Por fim, a lição que fica para mim é a lição de superação, de otimismo que Deborah nos transmite. Ela acredita que, quando se perde algo, é preciso olhar para o que ainda resta agradecer pelo que ainda se tem e ficar feliz por isso. Seguir em frente sem nunca perder a alegria e vontade de viver. Deborah nos ensina uma nova forma de enxergarmos a vida, muito além do que se tem ou do que se perde, mas sim a vida pela vida, o "estar vivo” e alegrar-se por isso, e assim aprender que a vida não é só isso que se vê. E ainda, que não é um simples obstáculo que nos fará desistir de seguirmos em busca de nossos projetos. Tudo depende de nós, de nossa maneira de enxergarmos além da pedra no caminho e assim contorná-la como a água contorna o obstáculo. Limitações físicas ou materiais podem até surgir, mas nunca haverá nada capaz de limitar a nossa vontade.


Conheçam mais sobre Deborah também em seu blog deborahpratesinclui.blogspot.com.br


Links para o filme:
 
https://www.youtube.com/watch?v=6VNpV06N4oE uma simples cegueira 1ª parte
https://www.youtube.com/watch?v=Oeyj9X73d0w uma simples cegueira 2ª parte



Luciana G. Rugani



Carinhosamente. 
Deborah Prates

sábado, 16 de maio de 2015

Palestras de maio: PUC-Rio e Mazkenzie Rio


Queridos amigos, compartilhando mais duas alegrias: 

palestrar na PUC-Rio (14/05) e na Mackenzie (15/05). O 

tema foi Acessibilidade Atitudinal e o Poder Judiciário. Muito 

boa essa troca com os jovens estudantes!





Curtam as fotos!



(PUC-Rio)






(Mackenzie)






(Mackenzie)