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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

"BONECOS COM DEFICIÊNCIA"


Descrição textual da imagem por Rosa Santos: Fotografia colorida manipulada. São vistos sobre um tapete bege de pelos longos, a imagem em miniatura de uma mulher em pé com um cão guia, uma embalagem de presente desfeita, adornos natalinos e brinquedos infantis. Ocupando o centro, até o lado direito da imagem, vê-se a embalagem de presente, grande, quadrada e com pouca altura, é uma caixa amarela com tampa vermelha, ambas estampadas com motivos infantis coloridos. Está entreaberta no lado esquerdo, dentro da caixa, há uma bola dourada brilhosa. Uma fita larga de cetim azul marinho disposta sobre o lado direito da tampa, cai sobre o tapete, e com pequenas voltas se estende até os pés da miniatura da mulher Deborah Prates e do cão guia Jimmy.  Eles estão em frente à caixa. Ao redor, circulando seus corpos externamente, são vistos sete pequenos pontos de luz branca. Ela olha para frente sorrindo, usa óculos com lentes escuras, blusa estampada cor-de-rosa, bermuda azul marinho e tênis branco, e segura a guia de Jimmy com as duas mãos. Ele é bege e com a boca entreaberta olha para o lado esquerdo da imagem. Ao fundo, por trás da caixa, próximos ao canto superior esquerdo da imagem, são vistos três brinquedos, uma caminhonete vermelha carregando atrás uma bola dourada brilhosa, ao lado, uma melancia verde com rodas verdes, assemelha-se a um besouro, as asas são as duas fatias laterais da fruta, tem olhos grandes, boca pequena e antena, perto dela se vê uma bola vermelha brilhante em frente a um fusca azul com a porta aberta.

FELIZ NATAL!!!

OPÇÃO DE PRESENTE:

"BONECOS COM DEFICIÊNCIA"

Nesse Natal/2011, você compraria para uma criança de suas relações um "BONECO COM DEFICIÊNCIA"?

         Informalmente, antes do início de minhas palestras, faço essa pergunta aos convidados. Em resposta ouço de tudo. Vão algumas posições: "CLARO QUE NÃO"! "AH, NÃO COMPRARIA PARA MEU FILHO UM BONECO DEFEITUOSO". "UM BONECO ALEIJADO? NÃO". "IMAGINE! DAR DINHEIRO NUM BONECO ESTRAGADO"! E por aí afora para todo tipo de mau gosto.

         O amigo que me lê já havia cogitado essa hipótese? Então, venho dividir com todos mais um projeto de minha autoria de nome: "BONECOS COM DEFICIÊNCIA". Seu foco global é o combate a discriminação. Seu objetivo é educar a sociedade para que aprenda a recepcionar o deficiente/diferente. Volto, nesse projeto, os holofotes para a chamada ACESSIBILIDADE ATITUDINAL. Acompanhem comigo o nascimento desse intento, para, ao final, chegarem a alguma conclusão humanitária.

         Resido num condomínio faz nove anos e ao ficar cega (cinco anos) ouvi dos meus vizinhos: A DRA. DEBORAH É ADVOGADA COMPETENTE, MAS É CEGA! POR ISSO TEM QUE SAIR DAS AÇÕES E DO CONSELHO CONSULTIVO. As "amigas" de minha filhota (12 anos a época) se afastaram com vergonha da bengala que eu usava. Num flash percebi que não havia um problema a ser enfrentado, mas sim uma nova e assustadora REALIDADE.

         Chorar! Maldizer! Perda de tempo. Arregacei as mangas e entrei na militância numa LUTA SUSTENTÁVEL por um Planeta + confortável para todos. Percebi que somente através do diálogo é que a transformação do ser humano aconteceria de fato.

         Pretendo contribuir na CONSCIENTIZAÇÃO da sociedade para que, verdadeiramente, recepcionem este seguimento das PESSOAS COM DEFICIÊNCIA como ordena a "Carta da República". O adulto de hoje é a criança DESEDUCADA de ontem.

         Uma criança matriculada na rede escolar, indubitavelmente, influencia a Família inteira. A ideia é que esse aluno reeduque seus Pais para que passem a enxergar as DIVERSIDADES que compõe o Planeta com todas as suas exuberâncias.

         O Brasil é um Estado Democrático de Direito, pelo que a sociedade precisa saber que o DEFICIENTE é sujeito de obrigações e de DIREITOS também. Leis vigem para ser cumpridas por todos. A "Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência", aprovada pela ONU/2006, se incorporou ao ordenamento jurídico brasileiro em 2008, como o único documento internacional com força de norma constitucional. A coletividade tem que contribuir com o processo de conscientização e de difusão deste documento, que estão dentro de um conceito de desenvolvimento inclusivo. Notem que não falo somente do Governo.

         Sob esse foco pensei em preparar a criança para que aprenda a se relacionar com os DEFICIENTES. São dois bonecos: Uma "CEGA" num kit com 3 pares de óculos da moda, 3 bengalas, sendo uma  em forma de varinha de condão, um cão-guia com seus apetrechos e dois tapa olhos para que a criança e acompanhante possam simular a realidade do cego e usar o tato. Outro boneco um CADEIRANTE num kit vestido de paratleta com toda a indumentária característica de um esporte paraolímpico, mais um bloco com os esportes adaptados. Forma lúdica de interagir com a criança.

         Esses dois personagens representariam as deficiências sensoriais e as físicas. No decorrer da exposição ficará evidenciado que as deficiências intelectuais e distúrbios comportamentais entrarão no conjunto de medidas a serem implementadas. Por isso é que temos que investir na capacitação dos profissionais vinculados a educação para que incluam em seus métodos didáticos essas pessoas. Muitos não apresentam, na aparência, quaisquer diferenças. Por ilustração, uma criança com autismo pode bem ser tida como mal educada por suas atitudes, quando, apresentam apenas o comportamento que destoa da média. "BONECOS COM DEFICIÊNCIA", mais diálogo de qualidade é a receita.

         Noutro dia ouvia um programa num canal cuja programação só versa sobre animais e fiquei encantada ao perceber nu grupo de cães a existência de um maravilhoso convívio entre animais COM e SEM deficiência. Mostravam cães com 5 patas, com 3 patas, sem rabo, cego, e surdo convivendo com os demais de modo harmonioso. Já o ser humano, ao ver um cadeirante - de cara - o PREconceitua como incapaz e, fatalmente, o DISCRIMINA/REJEITA. Pior fica quando o próprio deficiente se auto-discrimina. É uma questão a ser trabalhada para ontem!

         Os Governos podem estabelecer políticas públicas para adoção deste tipo de MATERIAL PEDAGÓGICO. Através da convivência lúdica, com os brinquedos, a criança aprende a lidar com os DIFERENTES.

         Assim, ao chegar na sala de aula e se deparar com coleguinhas deficientes, a criança sem deficiência não irá manifestar constrangimento. De ângulo inverso, a criança com deficiência também não se sentiria excluída. Necessitamos nos misturar!

         Recentes fatos mostram que "BONECOS COM DEFICIÊNCIA" devem ser distribuídos na rede escolar como material pedagógico. Desde o maternal "BONECOS COM DEFICIÊNCIA" deverão interatuar com os baixinhos em seus mundinhos de faz de conta. Os "pequenos" hão de - naturalmente - perceber que todos os humanos têm a mesma essência, embora com estereótipos distintos. E muito mais! Hão que descobrir formas de ACESSIBILIDADE que tornem as oportunidades de brincadeiras IGUAIS. Hão que sentir que com as mesmas oportunidades no meio-ambiente INEXISTEM diferenças. Simples assim.

         Bullying de alunos tem a idade da humanidade. Rendemos graças ao Criador pela conscientização do tema agora pelos nossos Tribunais. Repetidas vêm sendo as decisões condenando colégios por todo o Brasil. No momento duro/cruel da cegueira - hora de profunda mudança de realidade - minha filha foi mais uma vítima do bullying. A razão? Pasmem! Por conta de BERE - minha bengala - que deixou minha filhota vulnerável a todo tipo de piadas e humilhações. "AMIGAS" que frequentavam a nossa casa desde o maternal foram as vilãs. Fomos isoladas ostensivamente.

         Ingenuamente apresentei esse projeto a uma das maiores indústrias de brinquedos do nosso Brasil. Ao chegar no setor de marketing me fizeram a seguinte pergunta: QUEM COMPRARIA UM BONECO COM DEFICIÊNCIA? Entendi o olhar industrial e parti para a sensibilização dos governantes, bem como da sociedade. Por tudo isso é que estamos agora trocando essas "figurinhas"!

         O projeto "BONECOS COM DEFICIÊNCIA", tenho a certeza, que influenciará na conscientização dos semelhantes rumo ao final do bullying. O que os leitores acham?

         "BONECOS COM DEFICIÊNCIA", sem sombra de dúvida, trará imensurável colaboração para propiciar um Planeta mais confortável para todos. Nascemos para ser FELIZES!

         Para o sucesso do projeto "BONECOS COM DEFICIÊNCIA" haverá que ser observado um conjunto de medidas saneadoras. Caso contrário permanecerá o corpo social infestado do mal da DISCRIMINAÇÃO. Assim, quase simultaneamente a distribuição dos kits "BONECOS COM DEFICIÊNCIA" nas redes de ensino pública e privada, também deverão ser apresentados filmes, cartazes, jogo virtual com todos os recursos de ACESSIBILIDADE), prospectos, palestras e eventos para que seja possível a inteiração com o grupo social.

     Sobretudo, "BONECOS COM DEFICIÊNCIA" é um projeto que TRANSCENDE credos, etnias, etc., vez ser HUMANITÁRIO. Cabe, pois, dentro do programa "VIVER SEM LIMITE", lançado no dia 17 de novembro pela presidente DILMA. Mas enviei, no início de seu mandato, essa ideia e NUNCA recebi resposta! Já vimos esse filme, né?

         O espírito do Natal deve ser vivido nos 365 dias de cada ano. Tolos dos que entendem que a felicidade pode ser encontrada puxando enormes e lindos laçarotes que fecham as aberturas de grandes caixas. Inexiste conteúdo que possa substituir um cheirinho no pescoço, o calor de um abraço, a ternura de um olhar num momento de desespero, o sorriso de um filho ... Lamentavelmente, ante a pobreza d'alma, o homem tem a necessidade de materializar tudo! E porque ainda estamos com os nossos espíritos nas trevas é que se faz cabível materializar a cidadania nos "BONECOS COM DEFICIÊNCIA".

         Presenteio a todos com o pensamento de Agatha Christie:
         * "Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente feliz, dilacerada pelo sofrimento, mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional."

ADEUS ANO VELHO/2011!

FELIZ ANO NOVO/2012!

TINTIM!!!

UM BRINDE A CULTURA DA COOPERAÇÃO.

DEBORAH PRATES



terça-feira, 8 de novembro de 2011

"SENHORA SOCIEDADE"!



Descrição da imagem - Ilustração de um quadrinho. Desenho colorido. Num campo aberto e verde com céu azul claro, sem nuvens, um homem calvo com poucos cabelos pretos na parte posterior da cabeça, de óculos, narigudo, usando jaleco branco, calça comprida azul escura e sapatos brancos, apóia a mão direita sobre uma mesa azul, curvando-se para frente, aponta com a mão esquerda na direção da única grande árvore, distanciada e atrás de um grupo de animais alinhados em frente a ele. Observam a ordem do homem atentamente, um gato pardo, um elefante bege, uma foca azul escuro, um pequeno peixe azul claro dentro de um aquário sobre um pedestal branco, um macaco grande marrom, um galo amarelo e um sapinho verde. No balão branco acima da cabeça do homem, está escrita sua fala em letras pretas: “Para garantir uma seleção justa, vocês farão o mesmo teste: subir naquela árvore”. As sombras dos animais e da mesa estão refletidas à esquerda sobre o gramado verde.

"SENHORA SOCIEDADE"!

 Estávamos no final de um encontro para treinamento da 2ª turma do "pessoal" da OAB/RJ, sendo o propósito informar aqueles amigos o básico sobre o seguimento das deficiências, de maneira que o atendimento desse público fosse humanizado. Tempo esgotado. Mas a boa vontade dos trabalhadores era de tal ordem que a inteiração continuava a todo vapor. Muitas histórias sendo reveladas, com tantos PREconceitos modificados para melhor. Veio uma observação em voz feminina:

 - Fui ver alguns apartamentos para alugar e, nesse bate-papo, amadureci sobre o que encontrei. Estou me lembrando que, dentre todos na região, apenas um estava com rampas e elevadores para cadeirantes! Tem que ter uma lei para isso!

Num flash interatuei com os demais palestrantes:

- Lei existe! Aliás, não só uma, mas algumas. A questão a ser enfrentada é o CUMPRIMENTO da legislação que, por sinal, é bem boa!

- E porque não é cumprida a lei?

- Pois é! Eis a questão. Penso que as leis no Brasil não sejam cumpridas em virtude da sanção/punição nelas contidas serem tão ínfimas, mas tão insignificantes, que vale a pena arriscar as suas desobediências. Lamentavelmente a nossa cultura é a da superficialidade! Também há que ser considerada a falta da fiscalização das diversas autoridades encarregadas! Cada qual dá a sua razão. Porém, fato é que muito pouco é cumprido.

E foi uma calorosa discussão benéfica e conscientizadora. fomos crescendo com a inteiração. Expus minha proposta que surgiu de imediato e sem tantas reflexões:

- Essa sua observação me trouxe uma sugestão. Está nascendo um projeto! Acompanhem comigo. O próprio Governo, através da mídia, em épocas de escassez de determinados alimentos incentiva a população que NÃO os compre. Que sejam substituídos por seus similares. Se o feijão está "caro", sugerem que compremos lentilha e assim por diante. Nesse caminho podemos pressionar os empresários a cumprirem a legislação sobre ACESSIBILIDADE! Ah! E também os síndicos e administradores do patrimônio comum! Penso que, na verdade, somos os principais culpados por todo esse caos que vivemos. Sim! Todos os que "mandam por aí" não estão em seus cargos/postos por acaso! Não. Nós os colocamos através das urnas! Precisamos prestar mais atenção no nosso voto. Com essa responsabilidade, certamente, reclamaremos bem menos. Se os mandatários agirem contrário aos nossos interesses, basta que não os reelejamos!

Um pequeno silêncio seguido de global concordância. Esses encontros são fantásticos! Sem dúvida é o diálogo o melhor caminho para a solução dos conflitos. As pessoas com deficiência, em tese, não chegam até a sociedade por "n" razões. Como significamos a voz da "minoria" é que a da "maioria" nos abafa. Nessa nova estrada tenho notado que os deficientes, em boa parte, preferem não falar em suas deficiências, o que nos faz PERDER demasiadamente com isso!

Necessitamos ter forças para semear a CULTURA DA COOPERAÇÃO. Para o sucesso de todos temos que agigantar a REDE DA SOLIDARIEDADE. A mídia, em geral, tem nos ajudado bastante. Contudo, percebo que não querem fazer mais por entenderem que existem assuntos mais interessantes que trarão mais audiência! É a maldita cultura da superficialidade dita pelo grande Prof. Padilla.

No RJ, por exemplo, existe a AGENDA SOCIAL de gestão passada que, se cumprida, estaríamos em condições razoáveis. A questão é que todos querem ser o "PAI DO INVENTO"! Parlamentares e gestores sempre querem ter seus nomes nos diplomas legais, pelo que preferem deixar hibernando bons projetos em tantas gavetas, ao invés de dar-lhes prosseguimento. Falo da guerra da VAIDADE! E os tolos dos eleitores ainda aplaudem ao saber de edições novas de velhos projetos! Para que tentar reinventar a roda? Basta movimentá-la! Não acham? "ME ENGANA QUE EU GOSTO"!

Aprimorando as ideias acima é que estou - agora - convidando a sociedade a abraçar esse novo PROJETO de nome: "ACESSIBILIDADE JÁ"!

Seu objeto? Simples! Tudo quanto nos for apresentado SEM os legais parâmetros de ACESSIBILIDADE não será aceito. Como? Usando o método da BOICOTAGEM. Oportuno lembrar que o empresário Charles Cunningham, proprietário de terras irlandês, (1832/1897) por se ter recusado a baixar aluguéis, sofreu sanções - boycott - o que lhe rendeu sérios danos. Como a história se repete é que a sociedade - em seu papel FISCALIZADOR -  poderia tornar a ACESSIBILIDADE UMA REALIDADE.

Que tal o homem deixar de usar o "modelito" egoísta? E para os humanos que não conseguirem, que pensem em seu futuro! Sim. Basta consultarmos as últimas pesquisas para constatarmos que a população idosa está aumentando pela melhor qualidade de vida. Logo, os mais jovens de hoje serão os idosos do futuro próximo, pelo que precisarão da cidade ACESSÍVEL.

Além do mais, há que se ressaltar que a violência urbana também leva a deficiência. Não faz muito que um garçom, num bar perto de minha casa, foi vítima de bala perdida e, ao cair com sua bandeja coberta de copos de chope, estava tetraplégico. O futuro é uma caixinha de surpresas!

Equivoca-se, pois, quem imagina que a - tão sonhada - acessibilidade somente beneficia as pessoas com deficiência. Absolutamente! É preciso desfazer esse errado pensamento. Uma cidade acessível beneficia a TODOS.

Você, pessoa SEM deficiência que me lê, já se imaginou, por exemplo, chegando em casa coberto de sacolas de supermercado? Saindo do elevador empurrando com os pés algumas sacas rumo a porta de seu apartamento? E o sufoco para o encontro das chaves? E para acessar a maçaneta sem as mãos? Maravilha se, para fazer funcionar os trincos das portas, houvesse - tão-só - um botão! Já imaginaram a facilidade?

Falo, agora, do desenho universal. Aquele que agasalha o inimaginável para atender a todas as pessoas - com e sem deficiência - de maneira a solucionar as mais simples necessidades. Esse botão, por ilustração, atenderia aos idosos, os deficientes intelectuais, aos que possuem distúrbios comportamentais, etc...

Mas, voltando aos apartamentos. Sugiro que não aluguemos, nem compremos quaisquer unidades (residenciais e/ou comerciais) desprovidas de recursos de ACESSIBILIDADE. Ora, se os Srs. Empresários (engenheiros, arquitetos, administradores, e outros) permanecerem com suas unidades fechadas/vazias por conta do descumprimento da legislação que ampara a ACESSIBILIDADE, sem sombra de dúvidas, tratarão de fazer construções novas, bem como adaptar as já existentes,  cercando-as de meios específicos para que TODOS (mas todos mesmo) possam entrar, transitar e sair com IGUALDADE DE OPORTUNIDADES.

Fácil, ? Vejam que não falamos em campanhas que exijam disponibilidade de recursos financeiros! Digo, apenas, de boa vontade, solidariedade, e de ter um pé no presente e outro no futuro perto! Refiro-me a pequenas atitudes que, se abraçada por todos (sociedade) farão a grande diferença para um Planeta com maior bem-estar para todos. 

Ah! Você reside ou trabalha num condomínio? Então, na primeira oportunidade - AGO ou AGE - sugira em aplicar recursos em ACESSIBILIDADE. Não quer pagar cotas extras? Não tem nada com isso? Sei. Mas, essa obra servirá para seu benefício! Já se imaginou idoso precisando transitar em seu prédio e não podendo por não ter rampa, elevadror? Lembre-se. O FUTURO A DEUS PERTENCE!

 "ACESSIBILIDADE JÁ"!

Carinhosamente.

DEBORAH PRATES